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| Sexta-feira, 16 de janeiro de 2026 | Você pode ler essa newsletter em 🕖 7 minutos | Moraes transfere Bolsonaro para a Papudinha e aguarda laudo médico antes de decidir sobre prisão domiciliar. Copasa avança na renovação com BH antes da privatização. Confira estes e outros destaques desta sexta-feira, 16 de janeiro de 2026. | Transferência de Bolsonaro | O ministro Alexandre de Moraes determinou a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro para o 19º Batalhão da PM do Distrito Federal, a Papudinha, após queixas da defesa sobre as condições de custódia na Polícia Federal. A decisão ocorre enquanto o STF aguarda um laudo médico da PF, que deve avaliar o estado de saúde do ex-presidente antes de analisar um novo pedido de prisão domiciliar. Bolsonaro ficará em cela individual com maior estrutura, assistência médica ampliada e visitas mais longas. O parecer da perícia também pode indicar ajustes na cela ou eventual transferência para hospital penitenciário. | A nova presidente da Copasa, Marília Carvalho de Melo, prevê concluir nas próximas semanas a renovação do contrato com a prefeitura de BH, etapa considerada estratégica antes da desestatização da companhia. A extensão do vínculo até 2073 pode elevar o valor de mercado da empresa, hoje estimado em cerca de R$ 17 bilhões, e aumentar a atratividade da venda na Bolsa, prevista para o primeiro semestre. Estudos em andamento vão definir o modelo de privatização, enquanto o governo avalia o impacto do processo como possível porta de entrada para a venda de outras estatais em Minas. | A PF mapeou um esquema sofisticado de fraude financeira que usava empréstimos bancários, fundos de investimento e ativos sem liquidez para inflar artificialmente o patrimônio do Banco Master e ocultar a origem dos recursos. O dinheiro passava por empresas, fundos ligados à Reag e operações com ativos supervalorizados, até ser pulverizado entre outros fundos e chegar a laranjas ligados ao controlador do banco. Para os investigadores, a estrutura não tinha finalidade econômica legítima e servia exclusivamente para disfarçar beneficiários e dificultar o rastreamento. | Estudo do Tribunal de Contas de Minas aponta que o aumento dos suicídios no estado está diretamente ligado à falta de estrutura da rede pública de saúde mental. Microrregiões enfrentam escassez de Caps e de psiquiatras, formando "desertos assistenciais" onde as taxas de suicídio são mais altas. Especialistas alertam que, além do estigma, a ausência de atendimento adequado cria uma barreira institucional que impede o acesso ao cuidado. O cenário afeta tanto pessoas em sofrimento psíquico quanto familiares enlutados, que precisam buscar apoio longe de suas cidades. | O Inep divulga nesta sexta-feira os resultados do Enem, que já podem ser consultados na Página do Participante, com notas de todas as áreas e da redação. As pontuações são a principal porta de entrada para o ensino superior e servem como base para o Sisu, cujas inscrições começam na próxima segunda-feira. O sistema oferece mais de 274 mil vagas em todo o país, sendo 33,8 mil em Minas Gerais. Também estão no calendário as inscrições do Prouni e, posteriormente, do Fies. | Em vigor desde 2026, a Reforma Tributária acende um alerta no setor calçadista de Minas ao prever o fim de benefícios fiscais que hoje garantem competitividade ao estado. Representantes da indústria afirmam que a extinção gradual do Regime Especial Tributário, com alíquota efetiva de 2%, pode comprometer a produção e ameaçar empregos. Minas é o terceiro maior produtor de calçados do país e o quinto maior empregador do setor, com forte concentração em polos como Nova Serrana e Montes Claros. Governo estadual diz avaliar medidas para reduzir impactos, enquanto empresários temem perda de mercado e dificuldades no fluxo de caixa. | A escolha do local para viver a intimidade, motel, hotel ou Airbnb, expõe como desejo, moral e vergonha ainda influenciam a sexualidade no Brasil. Enquanto o motel carrega um estigma histórico associado ao julgamento social, o setor passa por uma transformação que prioriza conforto, tecnologia e experiências, atraindo principalmente casais estáveis. Especialistas explicam que o constrangimento nasce do "olhar do outro" e de crenças culturais antigas, que afetam sobretudo as mulheres. Ao mesmo tempo, hotéis se adaptam para receber encontros românticos, disputando um espaço antes restrito à motelaria. | |
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