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| Quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026 | Você pode ler essa newsletter em 🕖 7 minutos | Dinheiro é jogado pela janela em operação da PF sobre o Master. TCU dificulta acesso do Banco Central à documentação no processo sobre Banco Master. PF amplia Operação Saque Retido e mira grupo político ligado ao Avante em Betim. Confira estes e outros destaques desta quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026. | A PF deflagrou ontem a 3ª fase da operação Barco de Papel, que investiga crimes financeiros envolvendo o fundo de previdência do Rio (Rioprevidência) e o Banco Master. Ao se cumprir mandado de busca e apreensão em um prédio em Balneário Camboriú, Santa Catarina, um dos ocupantes do imóvel, que fica no 30º andar, arremessou pela janela uma mala com R$ 429 mil em espécie. Também foram apreendidos celulares, carros de luxo e documentos. | O Tribunal de Contas da União (TCU) elevou o nível de sigilo no processo que fiscaliza a atuação do Banco Central sobre o Banco Master, agora sob liquidação. A partir de agora, o acesso à documentação exige autorização expressa do relator, ministro Jhonatan de Jesus, medida que visa conter vazamentos em meio a investigações de fraude financeira e pressões políticas do Centrão. Embora o TCU garanta o acesso técnico do BC, a decisão acirra o debate sobre a autonomia da autoridade monetária frente ao controle externo. Confira os detalhes sobre o cerco ao Banco Master e os desdobramentos da investigação no TCU. | A Polícia Federal solicitou formalmente ao ministro Edson Fachin a suspeição de Dias Toffoli como relator do processo envolvendo o Banco Master. O pedido baseia-se em mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, dono da instituição, após a perícia quebrar a criptografia do aparelho. Toffoli rebateu as acusações, classificando-as como "ilações" e questionando a legitimidade jurídica da PF para tal pedido. O caso ganha novos contornos com a citação de parlamentares e o desmembramento de partes da investigação para a primeira instância. Confira os detalhes sobre as mensagens que motivaram o pedido da PF. | A Polícia Federal deflagrou uma nova fase da Operação Saque Retido em Betim, fechando o cerco contra um grupo político ligado ao partido Avante por suspeita de corrupção eleitoral. As investigações apuram se saques vultosos em espécie, que somam centenas de milhares de reais, foram utilizados para compra de votos e "boca de urna" nas eleições de 2024. O esquema envolveria desde assessores e vereadores até conexões com empresas de saúde e hotelaria, além de possíveis irregularidades em licitações durante a pandemia. Clique aqui para conferir os nomes investigados e os detalhes das conexões empresariais reveladas pela PF. | Com as ruas de Belo Horizonte já tomadas por foliões, a disputa pelo título de "música do ano" esquenta nas plataformas de streaming e nos blocos. De Ivete Sangalo e Claudia Leitte ao fenômeno Melody em parceria com Léo Santana e Pedro Sampaio, o cenário nacional aposta na mistura de axé, pop e funk para embalar os 6,5 milhões de pessoas esperados na capital mineira. O público agora decide qual dessas faixas será a trilha sonora oficial da folia em 2026. Vote na enquete e ajude a escolher qual música vai dominar os trios e as ruas neste Carnaval. | O bloco Chama o Síndico arrastou uma multidão pela Avenida Afonso Pena na noite desta quarta-feira (11), transformando o hipercentro em um grande baile black. A edição deste ano celebrou os 50 anos do icônico álbum "África Brasil", de Jorge Ben Jor, reafirmando o legado da cultura afro-brasileira na folia. Com um espetáculo de luzes e projeções nos prédios, o cortejo também emocionou com sua tradicional "Ala do Pertencimento", garantindo inclusão na bateria e na dança. Do soul de Tim Maia ao swing de Ben Jor, o bloco provou por que é um dos pilares do Carnaval mineiro. Veja as fotos e os destaques do desfile que iluminou a Afonso Pena. | |
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