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| Terça-feira, 24 de fevereiro de 2026 | Você pode ler essa newsletter em 🕖 7 minutos | Justiça ouve familiares no julgamento de executivos da Vale por Brumadinho. Absolvição de réu acusado de estuprar menor pelo TJMG une esquerda e direita. Confira estes e outros destaques desta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026. | A decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que absolveu um réu acusado de estuprar uma menina de 12 anos provocou reação conjunta de políticos de direita e esquerda, que recorreram à Procuradoria-Geral da República para questionar o entendimento no Supremo Tribunal Federal. Parlamentares e entidades alegam que a lei é clara ao classificar qualquer relação com menor de 14 anos como estupro de vulnerável e cobram revisão da decisão. O caso reacende debate jurídico e político sobre proteção integral de crianças e adolescentes. | A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais confirmou três casos de mpox em 2026, todos em homens da Grande BH, sem registros de óbitos. Em meio ao surto nacional, com maior concentração em São Paulo, autoridades reforçam que a transmissão ocorre por contato físico direto e destacam a importância da vacinação e do diagnóstico precoce. Especialistas explicam sintomas, formas de contágio e orientam sobre prevenção diante do aumento de casos no país | Após a liquidação do Banco Master e de outras instituições menores, especialistas afastam risco de crise sistêmica, mas alertam para cuidados na hora de escolher onde investir. Analistas explicam por que promessas de rentabilidade acima do mercado devem acender o sinal vermelho, detalham o que é protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos e indicam indicadores como Índice de Basileia e inadimplência para avaliar a saúde dos bancos. Saiba como reduzir riscos e proteger seu dinheiro. | O preço do feijão-carioca disparou em Belo Horizonte, com alta de até 31,6% em dois meses, puxada por atraso na safra, oferta escassa e menor produção nacional. Dados do Ipead-UFMG e do Cepea indicam que a pressão deve continuar no médio prazo, diante da menor disponibilidade interna em até uma década. Especialistas explicam os motivos da escalada e apontam alternativas para o consumidor tentar driblar o impacto no bolso. | Do desabafo de Jonas Sulzbach no BBB 26 nasceu o debate sobre a chamada "bonitofobia", a ideia de que pessoas bonitas também sofrem por serem reduzidas à aparência. Especialistas afirmam que a dor existe, mas é diferente da exclusão enfrentada por quem está fora dos padrões, e alertam para os impactos psicológicos da supervalorização da beleza, como ansiedade e dismorfia corporal. Entre privilégios, estigmas e envelhecimento, a discussão expõe como o culto à imagem molda relações e oportunidades, e por que "beleza não põe mesa" segue atual. | |
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