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| Quinta-feira, 5 de março de 2026 | Você pode ler essa newsletter em 🕖 7 minutos | PF prende Daniel Vorcaro, ex-Banco Master, por suspeita de milícia privada. Rodrigo Pacheco descarta o MDB e mantém indefinição sobre partido para 2026. Confira estes e outros destaques desta quinta-feira, 5 de março de 2026. | A Polícia Federal prendeu novamente o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, sob suspeita de liderar uma milícia privada usada para intimidar jornalistas, funcionários e adversários, além de envolvimento em fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos. A ordem foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF, e mantida em audiência de custódia; o cunhado Fabiano Zettel também foi detido, apontado como operador financeiro do esquema. A defesa nega as acusações, enquanto a PF detalha pagamentos milionários e mensagens que indicariam ameaças e simulações de violência. | O senador Rodrigo Pacheco (PSD) comunicou ao MDB que não se filiará à legenda na janela partidária, mantendo em aberto seu futuro político e uma possível candidatura ao governo de Minas. A decisão ocorre em meio a conversas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e articulações estaduais que envolvem outras siglas, como o União Brasil, que volta ao radar do senador. Apesar da negativa, aliados não descartam reaproximação futura, a depender do cenário nacional. | Após quatro décadas de urbanização acelerada, Minas lidera o ranking de áreas urbanizadas em encostas íngremes no país, segundo levantamento do MapBiomas, ampliando o risco de deslizamentos em meio a eventos climáticos extremos. Entre 1985 e 2024, a área urbanizada no estado cresceu 150%, e cidades como Juiz de Fora já aparecem entre as que mais ocupam terrenos de alta declividade no Brasil. O estudo também aponta avanço de favelas em áreas vulneráveis, pressionando municípios como Belo Horizonte a ampliar obras e ações de prevenção. | Pesquisa revela que 74% das brasileiras já sofreram assédio, principalmente em ruas e transportes públicos. O levantamento, feito em dez capitais, aponta índices mais altos em Recife, Rio e Porto Alegre, e reforça que o problema é estrutural e atravessa também trabalho, bares e ambiente familiar. Especialistas defendem políticas públicas nacionais e ações do setor privado para ampliar a prevenção, fiscalização e canais de denúncia. | Casos recentes em Itumbiara (GO) e Belém (PA), onde pais mataram os próprios filhos para atingir as ex-companheiras, expõem a gravidade da violência vicária no Brasil. O termo, criado pela psicóloga argentina Sonia Vaccaro, define quando o agressor usa os filhos para ferir psicologicamente a mãe, dinâmica que especialistas diferenciam da alienação parental. Psicólogas e advogadas alertam para sinais prévios, como controle excessivo, ameaças e uso da guarda como chantagem. Sem tipificação específica na Lei Maria da Penha, o país discute projetos que podem enquadrar a prática como crime e ampliar punições. | |
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