Sexta-feira, 3 de julho de 2026
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Ações do TJMG revelam casos inéditos do Brasil Império. Indefinição de Cleitinho emperra as articulações da direita para 2026 em Minas. Criminóloga aponta frieza e premeditação de diarista presa por matar casal de idosos. Confira estes e outros destaques desta sexta-feira, 3 de julho.
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Cerca de 600 mil documentos históricos sobre temas diversos, guardados há mais de cem anos pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), trazem luz às vivências e lutas de pretos e pardos do Brasil Império que não foram registradas em livros, nem estudadas em salas de aulas, ainda. Os arquivos fazem parte do projeto Guia de Fontes para a História Negra, e revelam não apenas os conflitos judiciais da época, mas também uma estrutura administrativa detalhada da escravidão. Entre as principais fontes estão os processos de liberdade, os autos criminais e, mais tardiamente, os livros de matrícula de escravizados, regulamentados a partir de 1871. Todo o material foi digitalizado pelo órgão para que a população pudesse acessar essa parte da memória não contada pela história brasileira, e traduzido por O TEMPO por seis historiadores com especialização em paleografia. Confira a especial "Passado que condena".
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Como uma pesquisa consegue representar milhões de eleitores sem entrevistar toda a população? Em entrevista ao Café com Política, uma especialista do DATATEMPO explica, com exemplos do cotidiano, como funciona a metodologia dos levantamentos eleitorais, por que a amostragem é confiável e por que pesquisas retratam o momento, e não preveem o resultado das urnas. Clique e confira!
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O resgate de um homem após oito dias sob escombros na Venezuela reacendeu a discussão sobre os limites do corpo humano em grandes desastres. Especialistas explicam que a sobrevivência depende de fatores como gravidade dos ferimentos, acesso a oxigênio, hidratação, temperatura e rapidez no socorro, tornando casos como esse raros.
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Sexo e intimidade costumam caminhar juntos, mas não são a mesma coisa. Especialistas explicam que o vínculo emocional é construído com confiança, vulnerabilidade e respeito, enquanto o sexo pode fortalecer essa conexão, sem necessariamente criá-la. A reportagem também aborda por que relações casuais podem despertar sentimentos e como os aplicativos transformaram a forma de construir vínculos.
O tema é debate do Interessa Podcast desta quinta, ao vivo a partir das 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube. Assista ao vivo.
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