Terça-feira, 18 de agosto de 2026
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Cleitinho não apoia mais Aro, afirmam fontes do Republicanos. Em ato em Minas, Flávio Bolsonaro afirma que está com Flávio Roscoe, mas não recusa apoio de Cleitinho. Casas Bahia fecha lojas físicas e anuncia recuperação judicial. Atos infracionais sobem 12% em BH, com tráfico na liderança. Confira estes e outros destaques desta terça-feira, 18 de agosto.
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Cleitinho Azevedo, candidato ao governo de Minas, não vai mais apoiar Marcelo Aro (PP) na disputa por uma vaga no Senado nas eleições de outubro. O afastamento entre o senador e o ex-secretário de Governo foi confirmado por interlocutores do Republicanos, depois de uma reunião realizada pelo partido, na noite de ontem, para definir estratégia de campanha. A decisão veio após pressão de familiares e de lideranças políticas da base de Cleitinho, que manifestaram desconforto com a aliança, devido a denúncias de envolvimento no caso Cemig SIM. Após romper com Simões, Aro lançou candidatura avulsa pelo PP.
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Flávio Bolsonaro fez em BH seu primeiro comício de campanha em Minas e reafirmou apoio a Flávio Roscoe (PL) ao governo estadual, mas evitou recusar o apoio do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) à sua candidatura à Presidência. O candidato do PL disse ter esperado até o último dia por uma definição de Cleitinho sobre a aliança, o que não aconteceu, e afirmou contar com os dois políticos para enfrentar Lula (PT) no estado.
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O Grupo Casas Bahia oficializou pedido de recuperação judicial para evitar a falência, com dívida de R$ 17,3 bilhões. A empresa já fechou 298 lojas e prevê a demissão de cerca de 3 mil funcionários, de um total de quase 31 mil. Segundo a companhia, juros altos, restrição de crédito e o aumento do custo financeiro pressionaram o caixa e inviabilizaram alternativas de liquidez.
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Belo Horizonte registrou 2.811 atos infracionais em 2025, alta de 12,22% em relação ao ano anterior, segundo o CIA-BH. O tráfico de drogas liderou as ocorrências, com 1.035 registros, enquanto adolescentes de 15 a 17 anos e do sexo masculino foram maioria. Especialista, porém, alerta que os números não permitem medir sozinhos a dimensão real das infrações, devido à subnotificação.
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O fim da “taxa das blusinhas” reduziu a tributação de compras internacionais abaixo de US$ 50 e reacendeu a disputa entre varejo nacional e plataformas estrangeiras. Apesar da pressão sobre setores como moda e calçados, gigantes como Renner e Marisa mantiveram resultados positivos no segundo trimestre. Especialistas apontam que a medida pode baratear produtos e ampliar o poder de compra, mas também pressionar vendas, margens e empregos na indústria brasileira. Confira a análise.
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Conteúdo de marca. O Banco Mercantil fechou o segundo trimestre com lucro líquido recorde de R$ 275 milhões, alta de 13% em um ano e 15º trimestre consecutivo de resultados históricos. A carteira de crédito cresceu 30% e chegou a R$ 25 bilhões, enquanto o consignado avançou 47%, para R$ 18,5 bilhões. Mesmo com uma originação de R$ 2,6 bilhões, 1% menor que um ano antes, o banco ampliou as receitas de serviços em 76%, para R$ 363 milhões. O ROAE ficou em 41,4%, o ROAA em 3,1% e o Índice de Basileia em 17,2%.
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“Dopamine Sites” simulam compras e apostas sem movimentar dinheiro e já conquistam jovens brasileiros em busca da sensação de recompensa. A estratégia explora justamente a expectativa, fase em que ocorre um pico de dopamina, segundo uma psiquiatra. Mas o hábito pode virar vício? Especialista explica os limites entre passatempo, compulsão e os riscos de levar a experiência simulada para o mundo real.
>>> Nesta terça, esse assunto pauta o programa Interessa, que vai ao ar às 14h pelo canal O TEMPO Livre.
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